A Opep+ confirmou as expectativas ao manter inalterados os níveis de produção para o primeiro semestre de 2026, contribuindo para um ambiente de estabilidade no mercado de petróleo. Em paralelo, China e Japão iniciaram a divulgação dos PMIs do final de semana, oferecendo as primeiras leituras relevantes sobre a dinâmica da atividade global. Ainda no domingo, o Banco do Japão sinalizou a possibilidade de elevar juros na reunião do dia 19, reforçando o viés de normalização monetária.
No início desta segunda-feira (1), os futuros em Nova York operam em baixa e as bolsas europeias replicam o movimento, refletindo um quadro de maior aversão ao risco. Investidores monitoram indicadores de atividade e o relatório de emprego privado da ADP para recalibrar a probabilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve, enquanto observam o desempenho das vendas pós-Black Friday.
Ao longo do dia, as atenções se concentram nos discursos de Jerome Powell e Gabriel Galípolo, ambos relevantes para o direcionamento das políticas monetárias do Fed e do Copom. A agenda doméstica ganha força com a divulgação do PIB do 3º trimestre e da produção industrial. Nos Estados Unidos, o foco da semana recai sobre o PCE de setembro, a ser divulgado na sexta-feira, às vésperas da reunião do FOMC no dia 10.





